Acreditamos que não!

De acordo com o Relatório Justiça em Números 2020 (ano-base 2019), divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça, em que pese em 2019, o Poder Judiciário nacional finalizou 2019 com 77,1 milhões de processos em tramitação que aguardavam alguma solução definitiva — patamar semelhante ao verificado em 2015.

Entretanto, esses números não levam em conta os processos arquivados, paralisados e muito menos aqueles que estão na fila de espera por anos por um julgamento no STF ou no STJ.

Em 2020, finalmente, o STF (Supremo Tribunal Federal) finalizou a tramitação da ação em que a princesa Isabel de Orleans e Bragança cobrava da União a posse do Palácio Guanabara. Ela morreu em 1921, mas sua família ainda buscava o direito ao imóvel na Justiça. O processo foi apresentado em 1895 e era um dos mais antigos em curso no país.

“Para fazer frente a essa enxurrada de ações judiciais, cujo volume será acrescido pelas ações decorrentes da atual pandemia, mais do que nunca ganharão importância os meios disponíveis de autocomposição de conflitos.”

E não estamos falando dos novos Núcleos Permanentes de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemecs) que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promete viabilizar para o método online, principalmente, porque, quem frequenta os CEJUSCs sabe que na prática a maioria dos casos levados até esses centros não prescindem de advogados e são de justiça gratuita.

Quem conhece a nossa Justiça Gratuita, aonde se tem ou a defensoria ou advogados designados pela Assistência Judiciária do Convênio com a OAB, sabe bem que para que uma Conciliação ou Mediação seja célere no nestes Centros, nem o espaço e nem as partes aguardam a constituição do defensor ou advogado para o caso. Mesmo que se saiba que o auxílio deste é extremamente recomendado.

Ainda, há o fato de que os Mediadores ainda lutam para que muitas varas do judiciário lhes destinem pagamento ou um pagamento adequado, de acordo com a tabela constituída pelo próprio CNJ.

Portanto, já se passou da hora de se olhar para as ODRs (Plataformas de Resolução de Disputa Online fora do Judiciário) que realmente oferecem boas soluções, rápidas, eficazes e profissionais bastante preparados que são escolhidos a dedo para cada tipo de conflito apresentado pelas partes.

A LEONM oferece uma solução própria para o ramo empresarial, que resolve conflitos em até 15 dias, poupando 622% do tempo do cliente (de acordo com a disponibilidade das partes) e poupa 98% do dinheiro gasto com processos  e 48% mais  chance de chegar a um acordo entre as partes.

Visamos devolver a capacidade que todos temos para resolver e negociar os nossos próprios problemas e que ir a tribunal é o último recurso e não o primeiro.

Por este motivo e para lhe agradecer o seu tempo, oferecemos-lhe 20% DE DESCONTO nas 2 primeiras  Sessões + SESSÃO INICIAL DE INFORMAÇÃO GRATUITA, onde poderemos tirar as suas dúvidas caso tenha e explicar o simples processo em que trabalhamos como uma plataforma de Mediadores feita por Mediadores.

Teremos o maior prazer em ajudá-lo!

Para saber mais, entre em contato conosco pelo info@leonm.co

Fonte: https://www.conjur.com.br/2021-jan-13/almada-cejuscs-podem-solucionar-litigios-gerados-covid-19?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

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